Estudos de Pedagogia - Debates - Roda de Conversa... Fortalecimento da amizade de estudantes - postando sobre o que vai surgindo no nosso convivio acadêmico - nossas acaloradas discussões, artigos e trabalhos dos grupos/estudantes... espaço cibernetico de reflexão é aberto para idéias de todos...
segunda-feira, 19 de março de 2012
Trata-se de um espaço simbólico, no qual se opõem e se respondem os discursos, na sua maioria contraditórios, dos agentes políticos, sociais, religiosos, culturais e intelectuais, que constituem uma sociedade. É, portanto, antes de mais nada, um espaço simbólico, que requer, para se formar, tempo, vocabulário, valores comuns e reconhecimento mútuo das legitimidades; uma visão suficientemente próxima das coisas para discutir, contrapor, deliberar (WOLTON, 2004, p 511)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Eu procuro citar fonte de tudo e tal, mas se eu falhar me avisem, e se errar também.
Todas as imagens - que estejam sem identificação - foram retiradas do Google Imagens.
E que tiver diretos autorais, ou quiser citação e etc, ou mesmo que tenha conhecimento da fonte, entre em contato para que eu possa dar os devidos créditos e mesmo me desculpar (retratar), atenciosamente Juliana Mesquita
sábado, 10 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A EDUCAÇÃO PELA PEDRA
Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, freqüentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).
A lição de moral, sua resistência fria
ao que flui e a fluir, a ser maleada;
a de economia, seu adensar-se compacta:
lições de pedra (de fora para dentro,
cartilha muda), para quem soletrá-la.
Outra educação pela pedra: no Sertão
(de dentro para fora, e pré-didática).
No Sertão a pedra não sabe lecionar,
e se lecionasse não ensinaria nada;
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,
uma pedra de nascença, entranha a alma.
João Cabral de Melo Neto
Deixa falar todas as coisas visíveis
deixa falar a aparência das coisas que vivem no tempo
deixa, suas vozes serão abafadas.
A voz imensa que dorme no mistério sufocará a todas.
Deixa, que tudo só frutificará
na atmosfera sobrenatural da poesia.
João Cabral de Melo Neto
Primeiros poemas (1937-1940). In: Poesia Completa e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2008. p. 7.
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