domingo, 7 de junho de 2009



Recebi a imagem por e-mail da Nilda, e o que eu queria era protestar, falar que era mentira a charge, mas sei que não mentira, sei que é assim mesmo...

Curso Superior X Mercado de Trabalho

Depois nos professores ficamos sufocados, mas os processos nos dois tempos estão errados, dentro do peso de avaliação, do que se avaliar e do que se ensina...


Os pais estão errados, porque participar da educação do filho é diferente de apenas cobrar dos outros (tanto do professor como do aluno). Todos os participantes da cena deveriam ser ativos e atuantes em melhorar a educação e sair do erro, fracasso X castigo.

ENTÃO A EDUCAÇÃO PRECISA DE MUDANÇAS URGENTES!!! FAZ TEMPO!


Porque o estresse aumenta e as coisas não melhoram, “né”?


Alarmante!?


Depois sabemos que não é fácil conseguir empregos nas nossas áreas, e que muitos com seus diplomas atuam em outras áreas (por vários fatores)... E a discussão que se deveria fazer agora não seria só de nossa formação (ou má formação como a mídia tem citado), mas de atuações que em nada correspondem com as nossas habilitações.

E lógico que expressão indignações e frustrações constantemente crescentes, o medo em relação à situação da educação que é recorrente... Porém as mudanças para melhor quando chegarão?




sábado, 6 de junho de 2009


(...) A busca pela felicidade é uma atitude recorrente em nossas vidas. Fazemos (quase) tudo para realizar velhos sonhos, conquistar espaços, buscar reconhecimento, suprir carências – enfim, ser felizes. Mas há o reverso da moeda: para muita gente, atingir tal estágio virou uma espécie de dolorosa obrigação. Esse fenômeno inusitado, apontam os especialistas, deve-se principalmente às imagens de felicidade ideal produzidas pela chamada indústria do consumo. Elas nos induzem a estados de alegria, mesmo que estejamos tristes, insatisfeitos com nosso trabalho, nossas vitórias, nossa vida. Para Stephen Kanitz, colunista de VEJA, ser feliz é tentar alcançar os próprios sonhos – e fazê-lo com a consciência das limitações que cada um de nós tem nessa empreitada. Kanitz também recorre a balões como metáforas da alegria e, como exemplos a ser repensados, cita jovens que querem salvar o mundo prematuramente e executivos que sofrem da “fossa do bem-sucedido”... Stephen Kanitz (FONTE: Revista Veja Ed 1910 22/06/05) http://veja.abril.com.br/220605/ponto_de_vista.html acesso em maio de 2009 / coluna - Ponto de vista: Stephen Kanitz - Uma definição de felicidade